Sérgio Reis-Negro da Gaita

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Sertanejo
Sérgio Reis
Negro da Gaita

Mata O Silêncio Dos Mates, A Cordeona Voz Trocada E A Mão Campeira Do Negro, Passeando Aveludada Nos Botões Chora Segredos, Que Ele Juntou Pela Estrada (quando O Negro Abre Essa Gaita Abre O Livro Da Sua Vida Marcado De Poeira E Pampa Em Cada Nota Sentida) Quando O Pai Que Foi Gaiteiro, Desta Vida Se Ausentou O Negro Piá Solitário, Tal Como Pedra Rolou E Se Fez Homem Proseando, Com A Gaita Que O Pai Deixou E A Gaita Se Fez Baú Para Causos E Canções Do Negro Que Passa A Vida, Mastigando Solidões E Vai Semeando Recuerdos, Por Estradas E Galpões

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